Escuto no silêncio que há em mim e basta. Outro tempo começou pra mim agora...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011



Eu choro contraída, como se alguém estivesse perfurando minha alma com uma lâmina enferrujada, choro como quem implora, pare, não posso mais suportar, mas o insuportável é sempre uma medida que nunca tem limite (...) Enquanto choro, penso que se alguém me visse chorar dessa maneira me salvaria, prestaria socorro, chamaria uma ambulância.



Martha Medeiros